A pílula anticoncepcional completa 50 anos em 2010, e faz parte da história de conquistas e independência das mulher. Graças ao anticoncepcional as mulheres puderam passar a controlar sua fertilidade e assim conseguir aliar trabalho e lazer às tradicionais tarefas domésticas. A pílula é o método contraceptivo mais comum do mundo, calculando-se em média que 90 milhões de mulheres façam uso dela.
A primeira pílula anticoncepcional foi lançada nos Estados Unidos e possuía altas doses de hormônio, o que causava diversos efeitos colaterais. Nos anos 70 surge a chamada segunda geração de pílulas, com uma diminuição significativa das taxas de hormônios usados nas primeiras versões, atraindo mais usuárias. E finalmente na década de 90 é criada a terceira geração do anticoncepcional, com formulações de baixas doses e princípios ativos mais modernos que proporcionam outros benefícios além da contracepção. A pílula passou a ser usada em tratamentos dermatológicos no combate à acne, na diminuição de pelos, irregularidades menstruais, cólicas e para a síndrome do ovários policísticos.
Antes de começar a usar a pílula anticoncepcional é preciso procurar um médico ginecologista que irá orientá-la, medir as taxas hormonais e indicar o melhor método, pois existem diversos tipos de pílulas. Mas nunca se esqueça da camisinha, pois nenhuma pílula combate as doenças sexualmente transmissíveis (DSTs).
A Pílula é contra-indicada para mulheres com:
- História de acidente vascular cerebral (derrame).
- Gravidez confirmada.
- Tromboflebite ou distúrbio tromboembólico ou história de coagulopatia.
- Insuficiência renal.
- História de doença arterial coronariana, angina pectoris, ataque cardíaco, insuficiência cardíaca ou valvulopatia cardíaca.
- Antecedentes ou suspeita de câncer de mama ou câncer estrogênio- dependente em órgãos reprodutivos.
- Tumor de fígado ou Hepatite aguda.
Fonte: Mulher da Moda


