Categoria: Saúde

Chocolate engorda?

Créditos: Divulgação

É Páscoa! Tempo de pensar em renascimento e em engordar! O chocolate está aí, não tem jeito! Mas será mesmo que o chocolate engorda tanto?

Os nutricionistas explicam que, de modo geral, comer muito qualquer coisa engorda. No caso do chocolate precisa verificar o tipo de chocolate que está sendo consumido.

O chocolate, como vem do cacau, possui várias propriedades nutricionais importantes como: sacarose (açúcar), manteiga de cacau, gordura, carboidratos, cálcio, ferro, potássio, cobre, manganês, magnésio, vitaminas E, B1, B2, B3, B6, B12, cafeína, feniletiamina e teobromina, que agilizam e estimulam o raciocínio. O chocolate também tem a capacidade de elevar os níveis de serotonina e endorfina causando sensação de bem estar, além de promover a disposição, evitar o mau-humor e a depressão. Possui flavonóides – antioxidantes – que impedem que o colesterol (LDL) se acumule nas artérias e combatem os radicais livres que provocam o envelhecimento precoce.

Entretanto, é necessério ter alguns cuidados ao escolher um chocolate para comer. O Chocolate branco não tem as mesmas propriedades nutricionais que o chocolate preto. Esse é feito basicamente de manteiga de cacau e açúcar, ou seja, pode engordar mais. Os chocolates recheados são os mais calóricos e precisam de atenção redobrada. Os que apresentam castanhas já possuem alguns nutrientes a mais como o zinco, que é importante para o sistema imunológico.

É preciso atenção para os diet. Tudo que é diet significa que é sem adição de algo, no caso sem açúcar. Este serve para pessoas com diabetes ou que não podem ingerir açúcar. Isso não significa que são menos calóricos. Para o chocolate ter consistência, os fabricantes colocam mais gordura. Chocolates menos calóricos são os amargos. Estes possuem todas as propriedades e são menos preocupantes.

Lembre-se: equilíbrio na alimentação sempre!

Feliz Páscoa!

Fonte: Mulher da Moda

Sim, exatamente! A mais nova técnica dos esteticistas é a massagem com bambus. A idéia surgiu com terapeutas corporais franceses, indicada para pessoas alérgicas a cremes, óleos ou fragrâncias específicas. O bambu é considerado uma planta sagrada em alguns lugares, e muitos acreditam que ele é capaz de filtrar e renovar as energias. Na bambuterapia as varas de bambu são os instrumentos do massoterapeuta e funcionam como se fossem o prolongamento dos dedos. Como se adaptam aos contornos do corpo promove uma modelagem mais eficaz, com movimentos uniformes que proporcionam relaxamento profundo e alívio das tensões musculares. A massagem é realizada com bambus de diferentes tamanhos e espessuras e se baseia em fundamentos do shiatsu (pontos de acupuntura), medicina ayurvédica, isometria e drenagem linfática. Os bambus utilizados pelos profissionais são totalmente lixados, lavados e tratados, possuindo assim textura uniforme sem riscos à pele. A bambuterapia pode ser feita em todo o corpo, inclusive na face e cabeça.

É indicado no tratamento de gordura localizada, celulite e flacidez. Entre os benefícios da técnica estão: a ativação da circulação sanguínea, o aumento da oxigenação e nutrição celular na liberação de toxinas acumuladas no tecido, a melhoria do peristaltismo e a redução de retenção líquida.

 A bambuterapia também pode ser utilizada para massagem facial, pois funciona como redutor de marcas de expressão já que atua na renovação celular e, assim, combate o envelhecimento. A massoterapeuta Lívia de Fátima Alves explica a vantagem da bambuterapia sobre as demais massagens. “A principal diferença é que o uso dos bambus possibilita abranger uma região maior comparado a uma massagem manual. Podem ser utilizados com pressão para estímulo de gânglios linfáticos, deslizamento superficial para drenagem linfática e deslizamentos mais profundos para modelagem de tecido e aumento de tônus”, completa a profissional.

Fonte: Mulher da Moda

O salto alto é símbolo de elegância entre as mulheres. Há saltos com 5 cm, 7 cm, 10 cm, 12 cm, 15 cm, ou seja, saltos para todos os gostos. A invenção do salto alto está ligada a homens. Alguns apontam Leornardo Da Vinci como o inventor, mas a teoria mais aceita dá ao rei Luís XIV, que governou a França entre 1643 e 1715, o título de grande responsável pelo uso dos sapatos de salto alto, desenvolvidos pelos artesãos palacianos. O problema é que as mulheres estão dispostas a pagar um alto preço pelo uso contínuo, trazendo problemas à saúde.

Ao longo do tempo, os saltos muito altos mudam a conformação dos pés, porque alteram a maneira como as mulheres pisam. Segundo o Instituto de Ortopedia e Saúde, ao se equilibrar com o sapato, a concentração do peso fica restrita aos dedos. é como uma faca. Quando colocamos uma faca na vertical com a ponta para baixo, todo a pressão do peso vai para a ponta.

Outro problema é a dificuldade na flexão da planta do pé, o que prejudica a circulação e potencializa a tendência a varizes. Além disso, o salto altera a musculatura da perna, tornando os músculos mais curtos na parte traseira e mais longos na frente. Muita gente já deve ter ouvido queixas de mulheres que usam sempre salto alto e não sentem desconforto, mas quando colocam o calçado por modelos sem salto ou tênis, sentem dores na batata da perna e nos pés. Isso é sinal do encurtamento do tendão de Aquiles. Dores no joelho, no arco anterior dos pés, joanetes, calos, tendinites, unhas encravadas e danos à coluna, como lordose, são outros problemas ortopédicos causados pelo salto alto.

Por outro lado, uma pesquisa conduzida na Unicamp há alguns anos apontou uma exceção à regra: o salto alto beneficia a circulação. O estudo, que avaliou mulheres que se equilibravam em saltos de sete e 10 centímetros, comprovou que o uso do salto alto diminui a pressão nas veias. Uma pesquisa divulgada no início deste ano, realizada durante dois anos pela urologista Dra. Maria Cerruto, da Universidade de Verona, com 66 mulheres com menos de 50 anos e que não estavam na menopausa, mostrou que o uso de sapatos com salto de até sete centímetros pode ajudar a relaxar e, ao mesmo tempo, fortalecer os músculos da região pélvica, relacionados ao orgasmo. Diante disso, a médica resolveu procurar algo de positivo no uso do acessório. Por favorecer a circulação sangüínea no local, acaba por impedir que as pernas fiquem inchadas. Em contrapartida, um estudo da Sociedade Americana de Ortopedia aponta o salto alto como o vilão responsável pelo gasto de cerca de US$ 3 bilhões anuais com cirurgias nos pés.

Pois é meninas, dificilmente as mulheres vão abrir mão desse acessório e não importa o quanto elas saibam a respeito dos efeitos nocivos dos saltos altos para a saúde. O Instituto de Ortopedia e Saúde reuniu cinco dicas básicas para diminuir esses riscos e minimizar o impacto negativo:

1. Alternar a altura do salto

Se em um dia você usou um salto muito alto, no outro prefira modelos de até quatro centímetros de altura. A prática faz com que a musculatura fique em um estágio intermediário.

2. Modelos alternativos
Compre modelos com o bico e salto quadrado, que oferecem mais estabilidade e conforto. As plataformas, que são mais indicadas pelos ortopedistas, também são recomendadas porque distribuem melhor o peso por toda a extensão da sola.

3.
Use sapatos baixos tênis para dirigir e andar a pé
Crie um novo hábito. Mantenha no carro um modelo confortável e sem salto. As mulheres que utilizam o transporte público, podem adotar o mesmo procedimento. Quando chegar ao trabalho troque pelo modelo de salto alto.

4. Massagear os pés
A massagem nos pés, ao final do dia, ajuda a restabelecer a circulação, funciona como uma prevenção a cãibras e dores musculares. Após a massagem, coloque as pernas para cima por alguns minutos.

5. Alongar a panturrillha
Um dos efeitos de saltos muito altos é o processo de encurtamento da panturrilha. Para prevenir esse impacto negativo, transforme o alongamento da panturrilha em um hábito diário. Ao chegar em casa, no final do dia, utilize um degrau para realizar um exercício simples e que ajuda a manter uma boa circulação do sangue no local: coloque metade do pé sobre o degrau e force a outra metade para baixo. Depois, faça movimentos circulares com os pés para o lado esquerdo e direito. Repita a operação nos dois pés, por 10 minutos.

Fazendo isso, estarão contribuindo para a saúde de vocês inclusive a longo prazo!

O organismo começa a reduzir a produção de colágeno a partir dos 25 anos de idade. Aos 50, produz apenas 35% do colágeno necessário. Nas mulheres,devido à diminuição do hormônio estrogênio na menopausa, a queda é mais acentuada.

A perda do colágeno em nosso organismo, pode ser atenuada por meio de uma alimentação equilibrada. A dieta rica em proteínas magras estimula a produção de colágeno. Para que o colágeno possa ser sintetizado pelo organismo, é importante consumir alimentos que contenham vitamina C, vitamina E, cobre,selênio,zinco e silício, afirma Dra.Daniela Graff.

O silício está presente no corpo humano (pele, cabelo, unhas, cartilagens, etc..) desde a fase fetal e vai diminuindo com a idade (após os 30 anos). É um oligoelemento que temos no organismo com a função de regenerar as células da pele e estimular as fibras de sustentação (colágeno, elastina).

ALIMENTOS FIRMADORES DA PELE – Formadores de colágeno

PROTEINAS MAGRAS- Atum,Salmão,ovo,peito de peru ou frango,queijo cottage,iogurte desnatado

VITAMINA C – caju, kiwi, acerola, goiaba, laranja, cenoura, pepino

VITAMINA A e E – cenoura

ZINCO – avelã ,amêndoa, castanha do Pará, ovos, frutos do mar

SELENIO – nozes, salmão, arroz preto, frango, carne

SILÍCIO – aveia, cevada, salsa, nabo, avelã, feijão, centeio, trigo, banana, alho, alcachofras, Alho porro,Cebola, Aspargos, Mel, Morango, Nabo, Pepino, Pinhão, Tâmara.

COBRE – fígado bovino, caju, avelãs, cogumelos, lentilha e aveia

Enzimas que fortalecem o colágeno e as fibras elásticas- abacaxi

DICAS

EVITAR – fumo, álcool e ingestão de gordura saturada

A gelatina tem só 10% de proteína e, por isso, não deve ser considerada como alternativa para firmar a pele.

Fonte: Toque Feminino

Em breve teremos posts de todas as categorrias. Aguardem!

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