Categoria: Saúde

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Segundo um estudo publicado, pessoas com níveis elevados de vitamina D podem ter menor risco de desenvolver doença de Parkinson.

Sabemos que a vitamina D é essencial para os ossos, mas também tem relação contra doenças cardiovasculares , diabetes e câncer. Agora foi descoberto que pode proteger contra o Parkinson.

O estudo teve início no final dos anos 70 e foi realizado durante 29 anos entre homens e mulheres. Essas pessoas do grupo de estudo foram analisadas e as que possuíam níveis mais elevados da vitamina D apresentaram 67% menos risco de desenvolver a doença do que o grupo com menores níveis – os participantes foram divididos em quatro grupos com relação aos níveis da vitamina.

Ainda não se sabe como a vitamina D age contra o desenvolvimento do Parkinson, mas já se sabe que ela tem um efeito protetor no cérebro, pois age como antioxidante , regula os níveis de cálcio, regula o sistema imunológico e conduz eletricidade nos neurônios.

Fonte: Mulher da Moda

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Já pensou comer alimentos e não se preocupar tanto com a gordura? Ainda mais quando esses alimentos podem ser feitos de algas?

Em um estudo realizado no Reino Unido (Universidade de Newcastle), algas marinhas (sim aquelas que encontramos na praia) podem combater a obesidade.

Segundo o estudo, as algas podem reduzir a quantidade de gordura absorvida pelo organismo em cerca de 75%. Os pesquisadores adicionaram fibras obtidas das algas em pães, de modo a desenvolver alimentos que ajudem a perder peso ao serem consumidos.

Na alga existe o alginato, uma fibra natural. O alginato diminui a absorção de gordura pelo organismo de modo muito mais eficiente do que a maioria dos tratamentos atuais contra obesidade.

Com o uso de um sistema digestivo artificial, os cientistas testaram a eficácia de mais de 60 tipos de fibras naturais ao medir a quantidade de gordura que era digerida e absorvida em cada caso. As algas apresentaram o melhor resultado.

Alginatos são normalmente usados como espessantes ou estabilizantes em alguns tipos de alimentos. Segundo os pesquisadores, quando adicionados à massa de pães, os produtos resultantes foram considerados melhores do que o pão branco comum com relação à textura e gosto. O alginato reduz significativamente a digestão de gorduras. Se adicionar a fibra natural aos produtos como pão, biscoitos ou iogurte, até três quartos da gordura contida nessa refeição podem não ser absorvidos.

Além disso, as fibras são importantes para o sistema digestório, pois ajudam na formação do bolo fecal e no transito intestinal, diminuindo a prisão de ventre.

Fonte: Mulher da Moda

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O acidente vascular cerebral (AVC) é conhecido com “derrame”. Ocorre com mais frequência quando há um rompimento dos vasos sanguíneos no cérebro causando uma hemorragia local e, consequentemente, afetando a funcionalidade normal deste órgão.

Segundo uma pesquisa feita nos Estados (Faculdade de Saúde Pública Harvard), que será publicado em breve na revista Stroke, da American Heart Association, mulheres que caminham pelo menos duas horas por semana ou que costumam andar rapidamente (5 km/h ou mais) têm risco significativamente menor de desenvolver um acidente vascular cerebral (AVC) do que as que não costumam praticar atividade física. De acordo com a pesquisa, os riscos foram menores para AVC em geral e em suas formas isquêmica e hemorrágica.

As mulheres que caminharam em passos acelerados apresentaram risco 37% menor de qualquer tipo de AVC. As que andaram mais de duas horas por semana tiveram risco 30% menor, ambas em comparação com mulheres sedentárias.

No caso de AVC hemorrágico, os riscos foram 68% menor para as que caminharam vigorosamente e 57% menor para as que andaram pelo menos duas horas por semana.

Segundo o pesquisador, os resultados não se estendem aos homens. “A relação entre caminhar e menor risco de AVC ainda é inconsistente entre homens”, disse.

Caminhar é um tipo de atividade física e é extremamente importante para prevenir doenças cardiovasculares, como o AVC.

Fonte: Mulher da Moda

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De acordo com a Organização Mundial da Saúde, depressão, ansiedade e outros distúrbios de comportamento estão entre as causas mais prevalentes de doenças crônicas.

Com isso, uma pesquisa feita por um grupo de cientistas da Universidade de Ontario Ocidental, no Canadá, descobriu que há uma conexão biológica entre: estresse, ansiedade e depressão. A descoberta foi publicada neste domingo (11/4) no site da revista Nature Neuroscience.

Segundo a pesquisa, existe um mecanismo cerebral, ligada ao neurotrasmissor serotonina, nessa ligação entre esses três malefícios, ou seja, o estresse e a ansiedade podem levar à depressão.

O estudo também resultou no desenvolvimento de um inibidor molecular que poderá, de acordo com os autores, levar a um novo caminho para o tratamento da ansiedade, da depressão e de outros distúrbios.

Com experimentos em camundongos, os pesquisadores identificaram o caminho da conexão e puderam testar o inibidor. “Os resultados do estudo indicam que poderemos ter uma nova geração de drogas e de alvos dessas drogas que possam ser usadas para identificar a depressão e tratá-la com mais eficiência do que os métodos atuais”, disse Ferguson (líder do grupo de pesquisa).

Fonte : Mulher da Moda

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Como a faixa etária desta vacinação faz parte das leitoras deste blog, a equipe do Mulher da Moda resolveu aderir a campanha do Ministério da Saúde.

Saíram alguns boatos, por e-mail, sobre a vacina contra o vírus Influenza A H1N1 (conhecido como vírus da gripe suína) que esta teria substâncias como mercúrio e que isso poderia trazer muitos problemas.  As pessoas deveriam ignorar esses tipos de informações. O Ministério da Saúde adquiriu as doses da vacina contra a Influenza A H1N1 de três laboratórios: Glaxo Smith Kline (GSK), SANOFI Pasteur (em parceria com o Instituto Butantan) e Novartis, que são fornecedores de vacinas para todos os países. Estes laboratórios já tinham experiência com a produção da vacina contra os vírus de Influenza sazonal (vacina administrada anualmente nos idosos no Brasil), e investiram em tecnologia num processo de preparação para a produção de uma vacina para a prevenção do vírus pandêmico (H1N1). Todas as substâncias são previamente estudadas para serem inoculadas no corpo humano e estão de acordo com as normas da ANVISA.  A única coisa que a pessoa deve saber ao tomar esta vacina é se ela tem alergia a ovo, pois os vírus se reproduzem em ovos de galinhas durante a produção da vacina.

Para entender porque as pessoas de 20 a 29 anos estão no calendário dessa vacinação é necessário entender um pouco sobre a história desse vírus. Segundo o Doutor Edison Luiz Durigon, do Departamento de Microbiologia do Instituto de Ciências Biomédicas da USP, em uma entrevista para a revista Fapesp, disse que os vírus causadores da gripe hoje são descendentes do vírus da gripe espanhola de 1918. Naquela época muita pessoas morreram com a gripe.  Acontece que os vírus da gripe sofrem muitas mutações ao longo do tempo e este vírus da gripe espanhola tem sofrido mutações que deu origem a gripe Asiática, gripe Russa em 1978 e no ano passado a gripe suína. Por isso, pessoas com mais de 50 anos muito provavelmente já entraram em contato com esse vírus e já possuem anticorpos e não pegaram a doença ou pegaram a doença mais branda. Os mais jovens (até 35 anos) foram os mais atigidos, pois não entraram em contato com esse vírus. As gestantes e crianças pequenas possuem um sistema imunológico mais frágil e precisam ser vacinadas. Os idosos também possuem o sistema imunológico mais fraco, pois existe uma queda nos anticorpos no organismo, mesmo que já tiveram contato com o vírus.

Ao tomar a vacina algumas reações podem ocorrer, mas não é motivo para pânico. Essas reações não são causadas pela vacina e sim pelo seu sitema imunológico que está em alerta contra este antígeno inoculado para a produção dos anticorpos.

Serão vacinados:

• Trabalhadores de serviços de saúde;
• População indígena;
• Gestantes (22/03 a 23/04);
• População com morbidade/ doenças crônicas (22/03 a 23/04);
• Crianças saudáveis maiores de seis meses e menores de dois anos
(22/03 a 23/04);
• Adultos saudáveis de 20 a 29 anos (05/04 a 23/04);
•Idosos com mais de 60 anos e protadores de doenças crônicas (24/04 a 07/05). Clique aqui para saber quais são as doenças crônicas;
• Adultos saudáveis de 30 a 39 anos (10/05 a 21/05).

Caso ocorra alteração na situação epidemiológica no país e disponibilidade de vacina, outros grupos ainda poderão ser incluídos na campanha de vacinação.

Para ser vacinado basta levar um documento de identidade e sua carteira de vacinação do adulto. Mais informações podem ser lidas no questionário divulgado pelo Ministério da Saúde.

Vacine-se!

Fonte: Mulher da Moda

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